Muitas pessoas acham que pastel de Belém e de nata são a mesma coisa, mas você sabia que há diferença entre eles?

O pastel de Belém é, basicamente, um tipo de pastel vendido apenas em um lugar, fundado em 1987. Localizada em Belém, a Fábrica de Pastéis de Belém fica ao lado do Mosteiro dos Jerônimos e vive cheia de turistas que vão a Portugal.

Ali, podem ser degustados os pasteizinhos originais, cuja receita é conhecida por apenas oito pessoas.

Já o pastel de nata varia de acordo com o lugar. Isso porque as receitas são diferentes, embora a massa seja parecida.




Por que comer o autêntico pastel de Belém?



Quem vai a Portugal precisa conhecer os dois pasteis: de nata e de Belém.

Primeiramente, vale degustar alguns pasteis de nata por locais específicos de Lisboa. Então, o próximo passo é ir a Belém e provar os pasteis de mesmo nome.

A diferença – que certamente você perceberá – é grande. Isso porque, tradicionalmente, o pastel de Belém é servido quentinho e bem crocante.

As fornadas da fábrica são incessantes e estima-se que, por dia, sejam vendidos 20 mil pasteis.

A história do famoso pastel de Belém



Com quase 200 anos, a história do Pastel de Belém ainda é envolta em lendas.

O doce, que nasceu em Portugal, surgiu no início do século XIX e foi criada por monges do Mosteiro dos Jerônimos, em Belém.

A razão pela qual eles criaram o doce foi aproveitar as gemas que sobravam da fabricação de hóstias, que utilizavam somente claras.

Antes vendidos pelos monges, os pasteis de Belém tiveram sua produção transferida para uma doceria. Foi aí que se criou uma parceria entre um dos doceiros e um comerciante, Domingos Rafael Alves, dono de uma refinaria de açúcar à época.

A produção, que aumentou de forma considerável com o tempo, deu origem a uma loja chamada “A antiga confeitaria de Belém”.

Agora, o local que recebe visitantes de todo o mundo para degustar esse doce tradicional se chama “Fábrica de Pastéis de Belém”.

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